25.3.08
Shake le Bumbum.

(Foto do Dill que, em primeiro plano, segura o celular. No fundo, Gui, Marcão e Celso.)
Terça. Adrenalina baixou. Todos mais calmos e, como de costume, um tanto de bode. Estréia deixa a gente de cabelo em pé, sempre, e, então, chega uma leve (nos melhores casos, como agora) ressaca. Estou na Lan debaixo do Hotel Parati, na Riachuelo. Andamos muito hoje de manhã. Fomos ao parque municipal. Nas alamedas, entre jardins com macaquinhos e pelicanos, catamos folhas caídas para colocar no cenário da peça. Quatro patetas catando folhas, folhinhas, folhonas secas. Gente do parque ajudou. Tiramos fotos na pequena ponte pensil (o Gui me diz que garante que pensil se escreve assim, sigo o cara!). Andamos mais um pouco. O antigo pátio que ficava nos fundos do hotel Interpalace, onde nos hospedamos em outros tempos, o antigo pátio hoje virou uma linda escola de música, o Centro Cultural Santa Catarina (agora é o Dill que garante), com um auditório que é um espetáculo. Dá vontade de fazer teatro lá. Já preparamos nossa volta, tomamos café na praça do Guaíra. Na XV, Gui deu moeda pra uma estátua viva que fez carinho em sua careca. Uma senhora brigou com uma enorme ratazana. Enfim, uma cidade grande. Gothan City. Curitiba. Depois do almoço, ensaio. Hoje o espetáculo é para o puro prazer. Nosso e do público. Mais tranquilo. Mais preciso. Ainda mais belo. A Irmandade dá saudade da família. E ao mesmo tempo amplia seu sentido. Té já.


criado por ciadaobesidade
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